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Ouvindo Opiniões

A regulamentação da profissão Analista de Sistemas é bom ou ruim?

Opinião escrita por Fabrício Hissao Kawata

Sobre o autor: Formado em Processamento de Dados pela FATEC-TQ. Atua como Analista Programador (Delphi e Java) há 3 anos, sendo 2 destes numa empresa do ramo de telecomunicações em sua cidade.

Contato: fabricio.kawata@bol.com.br

Minha opinião será focada na justificativa da qualificação de nossa classe:

Essa questão da regulamentação coloca frente-a-frente dois mundos distintos: os profissionais diplomados e os que não possuem tal nomeação, e neste cenário, impossível avaliar a qualidade profissional de ambos. Num primeiro momento, minha posição seria favorável a tal projeto de lei, até mesmo por eu possuir uma graduação, talvez acreditando que essa medida pudesse sim melhorar o piso financeiro dos profissionais da área e selecionar melhor a classe.

Contudo, vendo a questão de um modo mais abrangente e realista, percebo que minha opinião muda. Explicando melhor, cito alguns pontos em que tal regulamentação seria prejudicial: conheço muitas pessoas no meu ciclo de convivência que, mesmo sem ter o seu "diploma", são ótimos profissionais (inclusive aprendi a programar com um deles); outros, ao invés de investirem em uma faculdade, optaram pelas certificações (Oracle, Microsoft, Java, etc) e exercem também muito bem a profissão.

Sendo assim, a questão da "qualidade" profissional poderia ficar por conta da Empresa que contrata, através de um processo seletivo mais rígido e cabendo a ela também tornar imprescindível a formação acadêmica ou não.

Li em algumas fontes de notícias que a regulamentação prevê exceção aos profissionais não diplomados que comprovem 5 anos de exercício da profissão, porém não ficou muito explícita de que forma isso seria feito. Então veja que os prós e contras de tal medida caminham muito juntos.

Neste texto, tentei enxergar um pouco dos dois lados interessados, mas é claro que seja qual lado fosse o escolhido por mim teria N argumentos como defesa de opinião. Por conseguinte, tenho que assumir que não tenho uma opinião formada sobre o assunto e "sim", fico "em cima do muro".
Espero ter contribuído de alguma forma, explicitando meu ponto de vista.

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